“Não, não! Agora é sério, nunca mais escrevo um texto falando sobre “você”, minha cota de esperanças acabou e agora eu só desejo seguir em frente. Agora vou escrever sobre política, educação ou até mesmo sobre chocolate, sei lá, qualquer assunto menos você! Eu cansei de lembrar o teu sorriso e sorrir também, cansei de ouvir as musicas depressivas para te sentir aqui. Eu quero algo novo, vida nova, mas porra, mesmo que eu escreva milhões de bilhetes e espalhe pelos quatro cantos do mundo algo ainda vai me lembrar de você. É assim, uma jaqueta me lembra de você, uma parede me lembra você, o céu me lembra você e até o vaso sanitário tem esse poder de me lembrar você. Mas eu cansei, de verdade. Virou tão clichê assumir que sinto tua falta e que todas as minhas palavras são para você, que tudo o que eu digo tem um pouco de ti. Já ficou chato escrever textos sobre depressão pós-perda de “uma paixonite”. Você já deu o que tinha que dá, o assunto acabou, já falei sobre suas meias fedorentas e da cor dos teus olhos, já descrevi onde você mora e o jeito que você toma banho. Já contei tudo sobre você, todos os mínimos detalhes foram ditos, até aquela sua cicatriz no queixo que quase ninguém repara eu percebi e espalhei para o mundo como ela era linda. Sei lá. Eu prometi que jamais escreveria sobre você e agora o assunto desse texto de novo, novamente, mais uma vez é você. Estou ficando louca! Você subiu e dominou minha mente de uma forma anormal, como só os ET’s fariam. Mas agora é sério, acabou o assunto sobre “você”, acabaram as crises de choro e as caixas de bombons vazias embaixo da minha cama, as fotos foram queimadas e a minha alma de escritora melodramática e depressiva foi jogada no lixo. Agora eu falo sobre tudo, menos você.
Ps: Sinto sua falta e ainda te amo.
Ps1: Juro que parei!”
“Falar sem aspas, amar sem interrogação, sonhar com reticências, viver sem ponto final.”
“Ah, que fase dura, falta de bom humor, falta de um amigo verdadeiro… Falta muitas coisas, mas mesmo assim tu acha que as coisas podem melhorar. Mas ai vem a chatice, reclamam do meu comportamento, queriam que eu fosse um filha perfeita, boa aluna… Me perguntam porque eu não gosto que me vejam chorar, se vissem viriam com um milhão de perguntas. Será que foi o amor? Será que é só mau humor? Será que ta de TPM? Será que passa? Será? Tudo culpa de um relacionamento idiota, de convivência com pessoas trouxas, falta de amor. Um jovem se corta, uns se matam, os pais não entendem esse comportamento, parece que nunca ligaram, apesar que sim, eles ligam, mas as vezes parece que não. Tudo é motivo de choros, de angústias, de ataques de “ninguém me ama, ninguém me quer”. Que atire a primeira pedra quem nunca teve uma crise dessa. Quem nunca quis morrer por coisas idiotas, mas que no fundo tinham grande importância. Ai a pessoa é ingênua, pequena, sem nenhuma maldade, acha que o mundo é tudo cor de rosa e espera muito pelo dia que poderá sair de casa e ser feliz. No fim acaba crescendo e acaba se arrependendo de cada pensamento e desejo que queria crescer, e pede sua infância de volta. Percebe que ser adolescente, literalmente, é uma grande bosta. “Ah, mas eu posso sair, me divertir, encontrar uma pessoa legal”, as vezes é só diversão mas ai quando se apaixonada, ta tudo fodido outra vez. Oh, grande merda! “Só sabe reclamar, tem tudo nas mãos, tem tudo o que pede, mas nunca ta contente!” Jura? Posso ter um celular bacana, posso frequentar uma escola boa, ter meus matérias completos, poder sair com meus “amigos”. Mas do que tudo isso adianta, se não tiver amor? Se não tiver compreensão? Vão tudo pra puta que pariu, e param de dizer que a vida que tenho é mole. Oh, mais uma vez eu reclamando. Foda-se, a vida é uma porra mesmo!”
~ Pamela (deslocad4)
“Tô com saudade de você debaixo do meu cobertor, e te arrancar suspiros, fazer amor… Tô com saudade de você na varanda em noite quente e o arrepio frio que dá na gente, truque do desejo… Guardo na boca o gosto do beijo… Eu sinto a falta de você, me sinto só e aí! Será que você volta?Tudo à minha volta é triste… Tô com saudade de você, do nosso banho de chuva, do calor na minha pele, da língua tua… Tô com saudade de você, censurando o meu vestido, as juras de amor ao pé do ouvido… Truque do desejo, guardo na boca o gosto do beijo… Eu sinto a falta de você, me sinto só…”
“Espero que você fique bem sem mim.” MENTIRA, EU ESPERO QUE VOCÊ PERCEBA, QUE SEM MIM, VOCÊ NÃO É NADA!